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Illustration de la compétence Visao Estrategica & Direcao Tecnica - Jose DA COSTA
Competência humanaEstratégia, Finanças & Growth

Visao Estrategica & Direcao Tecnica

CEO/Founder da ACCENSEO e da Celiane, MBA em Gestao Estrategica de Projetos. Defendo a visao tecnica em comites executivos, articulo produto, financas e roadmap, e piloto a economia de SaaS B2B do pricing ao ARR.

Confiança Pessoal
4.0/5· Avançado
FundamentalEm desenvolvimentoProficienteAvançadoEspecialista
Evolução desta competência ao longo do tempo

Minha definição

Visao estrategica, na minha definicao, e a capacidade de ler um mercado, formular uma aposta tecnica de 12-36 meses e defende-la diante de um comite executivo ou de um board com raciocinio de negocio. não com argumentario de engenheiro. Direcao tecnica e a sua tradução diaria: escolhas de stack, plano de contratacao, arbitragens build vs buy vs partner, P&L por linha de produto, negociacao contratual com fornecedores. Sem visao, a direcao tecnica executa melhor mas sem rumo; sem direcao, a visao fica nos slides.

Visao estrategica e direcao tecnica como dois pilares ligados por uma traducao cotidiana: a esquerda a visao (ler um mercado, formular uma aposta tecnica de 12-36 meses, defende-la diante de um board com raciocinio de negocio em vez de argumentacao de engenheiro); a direita a direcao (escolha de stack, plano de contratacao, arbitragens build vs buy vs partner, P&L por linha de produto, negociacao contratual de fornecedores); embaixo dois riscos: sem visao a execucao nao tem rumo, sem direcao a visao fica nos slides — Jose DA COSTA

Eu a exerco hoje em 3 horizontes simultaneos. Sinal ARR a 90 dias: pricing, churn, expansao, ciclo de venda. Direcao plataforma a 18 meses: arquitetura, plano de contratacao, divida tecnica, escolhas infra. Apostas tecnicas diferenciadoras a 3 anos: LLM aplicado no pipeline ACCENSEO, SaaS verticais regulados (contabilidade, corretagem), edge runtimes para os sites e-commerce dos clientes. Meu MBA Gestao Estrategica de Projetos (2023-2025) forneceu os frameworks (Porter, BMC, Wardley mapping, OKR cascading); CTO Founder Celiane (1999-2007) e depois CEO/CTO ACCENSEO (2024-hoje) calibraram a prática em P&L real.

Em 2026, o capital de risco voltou a ser seletivo sobre SaaS B2B e os fundadores são avaliados em tres frentes simultaneas: urgencia de mercado, diferenciacao IA defensavel, unit economics e execucao. O moat IA crivel já não vem do LLM escolhido, mas dos loops de dados proprietarios, dos workflows embarcados e das integrações profundas, ponto bem resumido no guia B2B SaaS AI Startup Investment Criteria 2026. O CTO que sustenta esses tres fios ao mesmo tempo e o que passa nas due diligences.

Minhas evidências

Realização

Anedota 1 : A aposta hibrida consultoria + produto na ACCENSEO

Quando fundei a ACCENSEO em junho de 2024 logo apos sair do Grupo Pichet, tinha 3 direcoes possiveis: consultoria pura (alta margem mas sem capital de longo prazo), produto puro (margem fina no primeiro ano e risco de runway curto) ou um modelo hibrido. Com um orcamento inicial limitado, uma SAS unipessoal e uma equipe a recrutar via alternancia, eu precisava arbitrar essa escolha antes da primeira fatura - não depois.

Coloquei a decisão em uma nota estrategica de 3 paginas mapeando 4 elementos: mercado enderecavel por setor (imobiliario, industria, e-commerce, contabilidade), margem bruta esperada por oferta (missao TJM vs licenca SaaS), necessidade de capital de giro a 12 meses, e alavancagem tecnica entre as missoes de cliente e a roadmap do produto interno - ou seja, como cada linha de código entregue para um cliente podia alimentar a base reutilizavel do SaaS contabil. Defendi a nota com meu contador, validei as hipoteses durante as primeiras reunioes comerciais, e estruturei o ano 1 em 4 pilares: sites e-commerce (Magento/Next.js), pipelines de IA para enriquecimento de produto, infraestrutura Terraform AWS para PME, e o SaaS contabil como produto interno.

Nos primeiros 12 meses, entreguei para clientes em mais de 10 setores diferentes (imobiliario, logistica, contabilidade, food trucks, saude, construcao civil, gestao de patrimonio, moda, viticultura, hotelaria) ao mesmo tempo em que enquadrava o SaaS contabil - 234 mil linhas de código, 42 features, 382 rotas API, 91 modelos Prisma, em conformidade com o mandato frances de e-fatura 2026-2027. A margem das missoes financiou o primeiro ano de produto sem capital externo.

O modelo hibrido não foi uma intuicao, foi um calculo. E e exatamente a postura que um board espera: mostrar que se sabe articular um sinal de mercado em arbitragem orcamentaria trimestral, defender uma trajetoria de produto com seus unit economics, e não apenas escolher uma stack favorita. Reaproveito hoje essa nota como template trimestral para conduzir a ACCENSEO e preparar o próximo papel de CTO scale-up.

Realização

Anedota 2 : Defender a trajetoria iPaaS diante do codir Pichet

No Grupo Pichet, o ESB rodando em Tibco BusinessWorks 6 era o estado da arte da decada 2015-2020 mas comecava a mostrar seus limites diante da migracao para a nuvem: arquitetura monolitica, 18 mil euros por mes de OPEX de hospedagem Docker/Kubernetes so para o run, e perfil de risco legacy claramente identificado. A direcao me pediu para defender uma trajetoria de modernizacao diante do codir, no contexto do programa de transformação SI lancado em 2022.

Construi uma roadmap multi-anual 2022-2024 estruturada em termos de negocio em vez de termos tecnicos, porque o codir não era uma assembleia de engenheiros. 3 angulos: trajetoria OPEX projetada a 3 anos (build vs manutencao das 2 plataformas durante a transicao), perfil de risco legacy quantificado (continuidade de servico nos fluxos financeiros, conformidade regulatoria), e plano de migracao trimestral com criterios de parada explicitos para cada marco. Conduzi a auditoria iPaaS avaliando 2 fornecedores - Middleway SAS e RS2I/TIBCO Cloud Integration - via análise custo-beneficio aprofundada, e negociei na PIM Akeneo um compromisso de 3 anos na renovacao para travar o preco diante de uma alta de 30% do fornecedor.

O envelope anual de aproximadamente 370 mil euros foi validado todos os anos, o preco do fornecedor foi travado por 3 anos, e a roadmap sobreviveu a 4 trocas consecutivas de DSI - uma proeza numa organização em que a chegada de um novo diretor de TI tende a zerar a estratégia tecnica.

Se a roadmap sobreviveu, foi porque estava formulada em termos de risco, OPEX, dependencia de fornecedor e conformidade - não em termos tecnicos. E a postura que reproduzo hoje toda vez que tenho de defender um investimento tecnico diante de um comite. O CTO scale-up que e contratado em 2026 precisa sustentar essa linguagem - mercado, defensibilidade, alavancagem - sem abandonar a profundidade tecnica. Essa competencia, eu forjei em Pessac.

Minha autocrítica

Estou num nível Confirmado tendendo a Senior. Os frameworks vem do MBA (Porter, BMC, Wardley mapping, OKR cascading), a calibracao vem de 2 papeis de fundador (Celiane e depois ACCENSEO) e da responsabilidade orcamentaria ~370 mil euros/ano sobre o ESB Pichet. O dominio e solido em cadragem de 3 anos e defesa de roadmap, mais emergente sobre a leitura unit economics sob angulo VC.

Para qualquer papel de CTO operando acima de 10 engenheiros, e uma competencia critica. Articula tres camadas: direcao produto (build vs buy, priorizacao), governanca tecnica (stack, hiring, gasto infra) e dialogo com board (P&L tecnico, defensibilidade). Sem ela, o lider executa melhor mas sem rumo.

Competencia critica para qualquer CTO operando acima de 10 engenheiros: tres andares articulados - direcao de produto (build vs buy, priorizacao), governanca tecnica (stack, contratacao, compra de infra) e dialogo com o board (P&L tecnico, defensibilidade) - sem essa competencia o lider executa melhor mas sem rumo — Jose DA COSTA

Etapas-chave da trajetoria: CTO · Founder · diretor técnico (1999) → Engineering Manager · Project Manager / Product Owner · Technical Lead (2019) → Engineering Manager · Integração de Aplicações Empresariais (2023) → CTO · Founder · diretor técnico (2024). Nivel atual: 4/5 (Avançado). A continuidade destes contextos evidencia uma aquisição solida, testada pela repetição e pela diversidade.

Trajetoria de aquisicao da visao estrategica e direcao tecnica em quatro fases: CTO · Founder · diretor tecnico (1999), Engineering Manager · Project Manager / Product Owner · Technical Lead (2019), Engineering Manager Integracao de Aplicacoes Corporativas (2023), CTO · Founder · diretor tecnico na ACCENSEO (2024) - nivel atual 4/5 (Avancado), continuidade comprovada pela repeticao e diversidade de contextos — Jose DA COSTA

Minha higiene pessoal

Ler 3 trechos de board minutes publicas por trimestre (Atlassian, Confluent, GitLab) para calibrar a granularidade esperada, passar pelo menos um dia por mes fora da engenharia em imersao sales / finance / customer success. a visao se afia nas juncoes, não no centro do código. Aos pares em ascensao: memorizar CAC / LTV antes da formula de arquitetura 3 camadas, e testar cada decisão tecnica sob o angulo "como defendo isso diante de um board em 90 segundos".

Minha evolução nesta competência

A visao estrategica e a alavanca que me leva de Engineering Manager a CTO scale-up. No plano de 24 meses, e ela que permite defender uma roadmap multi-anual diante de um board, arbitrar build vs buy vs partner com framework explicito e posicionar a funcao tech como investimento em vez de custo. Sem ela, arquitetura ou seguranca passam por gastos tecnicos, não por escolhas de posicionamento.

A visao estrategica como alavanca para a transicao de Engineering Manager a CTO scale-up no plano de carreira 2026-2028: defender uma roadmap plurianual diante de um board, arbitrar Build / Buy / Partner com um quadro explicito, posicionar a funcao tech como investimento em vez de custo - sem essa competencia, arquitetura e seguranca passam por despesas tecnicas, nao por escolhas de posicionamento — Jose DA COSTA

A 24 meses, o objetivo observavel e triplo: defender uma roadmap tecnica de 3 anos diante de um board investidor ou auditoria de due diligence em menos de 90 minutos, produzir em 5 dias um memo estrategico estruturado para um comite de investimento (mercado, defensibilidade, plano de hiring, P&L tecnico, marcos), e dominar a leitura unit economics sob angulo VC. A passagem de Confirmado a Senior+ se mede sobre essas entregas, não sobre uma nota.

Mentoria ativa com 2 CTOs scale-up europeus, intake mensal de earnings calls SaaS publicas (Atlassian, Snowflake, Datadog, Wise), leitura continua: Inspired (Cagan), Working Backwards (Bryar/Carr), The Hard Thing About Hard Things (Horowitz). MBA Gestao Estrategica de Projetos (2023-2025) e Master Expert em Engenharia de Software (2023-2026) ativos em paralelo.

Programa executivo visado em 2027. tipo HEC Challenge+ ou Stanford Strategic Decision and Risk Management. para formalizar a camada financeira avancada (modelagem cash, cenarios de levantamento, diluicao). Acionado ao alcancar o papel CTO scale-up alvo.

Meu ciclo semanal

Earnings calls SaaS publicas estudadas a cada semana, revisao mensal das paginas de pricing concorrentes, P&L interno ACCENSEO refeito mensalmente para calibrar a leitura business. Acompanhamento sistematico de Tomasz Tunguz, OnlyCFO e da newsletter Kellblog. Pelo menos um memo estrategico por trimestre revisado por outro CTO.

Capa do livro Zero to One de Peter Thiel e Blake Masters, manifesto sobre criação de monopolios tech defensiveis e a transição de 0 para 1 (vs 1 para n)Capa do livro Good Strategy / Bad Strategy de Richard Rumelt (UCLA Anderson), referencia absoluta sobre a distinção entre estrategia real e discurso estrategico vazio em empresaCapa do livro The Innovator's Dilemma de Clayton Christensen (Harvard Business School), teoria fundadora da disrupção e da inovação disruptivaCapa do livro Playing to Win de A.G. Lafley (ex-CEO P&G) e Roger Martin, framework de 5 perguntas para construir uma estrategia empresarialCapa do livro The Hard Thing About Hard Things de Ben Horowitz (cofundador Andreessen Horowitz), referencia absoluta para CTOs e founders diante de decisões impossiveis e defesa de visão diante de um boardCapa do livro The Outsiders de William Thorndike (Harvard Business Review Press), 8 CEOs fora do comum e sua radicalmente contraintuitiva alocação de capital, leitura de referencia para articular P&L tecnico e defensibilidadeCapa do livro Venture Deals (4a edição) de Brad Feld e Jason Mendelson (Foundry Group), referencia absoluta sobre negociação de term sheets, diluição e cenarios de levantamento de fundosCapa do livro Stratégie Océan Bleu (2a ed) de W. Chan Kim e Renée Mauborgne (Pearson France), referencia francofona absoluta sobre criação de novos espaços estrategicos em vez de competir em mercados saturadosCapa do livro L'avantage concurrentiel de Michael Porter (Dunod, tradução francesa de Competitive Advantage), classico fundador da estrategia empresarial e da defensibilidade competitivaCapa do livro Stratégique (12a edição) de Johnson, Scholes, Whittington, Angwin, Regnér e Fréry (Pearson France), manual francês de referencia sobre estrategia empresarial usado em MBAs e escolas de gestão

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